Descubra quanto de Mata Atlântica existe em você!
Início » Hard e soft skills: cursos ajudam a desenvolver habilidades que as empresas procuram em candidatos

Hard e soft skills: cursos ajudam a desenvolver habilidades que as empresas procuram em candidatos

Descubra quanto de Mata Atlântica existe em você!

No Brasil, 38% dos trabalhadores atuam em cargos abaixo de seu nível de escolaridade, de acordo com pesquisa do Ipea. Isso significa que, mesmo depois de formados, muitos brasileiros encontram dificuldades para se inserir no mercado de trabalho e ocupar uma posição em sua área de atuação.

O fenômeno ocorre porque, cada vez mais, os contratantes têm valorizado não apenas o diploma, mas também as habilidades de um candidato. “Os recrutadores estão em busca de profissionais que saibam se comunicar, trabalhar em equipe, lidar com mudanças e assumir responsabilidades”, afirma Helena Castro, coordenadora de Pessoas e Cultura da plataforma de recrutamento e empregabilidade Refuturiza.

De acordo com Helena, “hoje, a formação é vista como base. Quando estamos recrutando profissionais, nós olhamos para o diploma, mas não é só ele que vai destacar um candidato. O que vai chamar atenção é a forma como ele se posiciona no ambiente de trabalho”.

Soft e hard skills

As soft e hard skills são habilidades que permitem a um candidato se destacar em uma entrevista e sair na frente de outros concorrentes que também possuem graduação. Helena explica que, ao desenvolver e demonstrar essas competências, uma pessoa tem mais chances de ser contratada.

Segundo a profissional da Refuturiza, “as hard skills são as habilidades técnicas, que podem ser aprendidas e mensuradas com mais facilidade”. Ela cita o domínio de ferramentas e softwares, a fluência em idiomas estrangeiros e conhecimentos específicos de uma área como exemplos.

“Já as soft skills dizem respeito ao comportamento, ou seja, à forma como o profissional se comunica, se relaciona, resolve problemas e lida com desafios”, resume. Alguns exemplos de habilidades desse tipo são liderança, pensamento crítico, comunicação efetiva e empatia.

Helena ressalta que as soft e hard skills são complementares e que candidatos que possuem conhecimentos nos dois âmbitos têm mais chances de se destacar. Porém, “as soft skills têm um papel decisivo, porque são elas que influenciam diretamente o clima da equipe, a qualidade das entregas e a capacidade de crescimento profissional”.

De acordo com ela, são as soft skills que determinam o sucesso de uma pessoa no ambiente profissional: “um profissional pode ter um excelente conhecimento técnico, mas, se não souber se comunicar ou trabalhar em equipe, dificilmente conseguirá se desenvolver ou evoluir”.

Em quais apostar?

Helena explica que as hard skills mais efetivas para conseguir um emprego variam de acordo com a área de atuação. No entanto, “algumas competências são transversais, como a familiaridade com ferramentas digitais e o conhecimento de inglês”, sintetiza.

Por outro lado, soft skills como comunicação, adaptabilidade e trabalho em equipe são valorizadas em todas as áreas, pois ajudam a evitar conflitos e a criar ambientes de trabalho mais produtivos.

“Quando pensamos na realidade atual, em um mundo em constante transformação, há uma exigência maior para que os profissionais apresentem essas soft skills. Saber aprender, se adaptar e se relacionar torna-se tão importante quanto dominar uma técnica”, resume a profissional da Refuturiza.

Como desenvolver soft e hard skills

Hard skills, como formação, conhecimentos sobre softwares e idiomas, podem ser desenvolvidas por meio de cursos técnicos, graduações, especializações e aperfeiçoamentos livres. “A Refuturiza, como plataforma on-line de cursos, oferece caminhos para que o profissional se qualifique nas hard skills que deseja. Com o passaporte Tô no Gás, é possível acessar mais de 1.300 cursos com certificação, entre profissionalizantes, livres e de idiomas”, afirma Helena.

A profissional ainda ressalta que é possível fazer cursos para desenvolver soft skills e que, em plataformas digitais como a Refuturiza, um estudante pode acessar aulas sobre comunicação de alta performance, produtividade, inteligência emocional, entre outras.

Porém, não basta desenvolver as soft skills, é necessário também demonstrar esse conhecimento no dia a dia e saber indicá-las corretamente em um currículo para chamar a atenção dos recrutadores. 

Nesse sentido, Helena aconselha: “é muito importante evitar listas genéricas, como ‘sou comunicativo’ ou ‘sou organizado’. Entre falar que faz e fazer, existe uma distância. Então, o ideal é trazer exemplos reais, concretos, nos quais você exercitou essas habilidades. Isso traz mais veracidade ao discurso”, explica.

Descubra quanto de Mata Atlântica existe em você!
PARTICIPE DO REDE AGORASP
PARTICIPE DO REDE AGORASP
Recebendo notícias, participando, enviando conteúdos com fotos e vídeos.