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Tempo de tela alto: confira dicas para que crianças e adultos usem o celular de forma produtiva

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O brasileiro passa a maior parte do seu tempo acordado usando o celular ou o computador. Enquanto a média global é de 6h38, o tempo de tela no país é de 9h13 por dia, de acordo com pesquisa conduzida pela Bain & Company. Nesse período, o brasileiro gasta mais de 3h navegando nas redes sociais. O smartphone, no entanto, não precisa ser apenas uma distração, mas pode ser uma ferramenta de aprendizado e crescimento para toda a família.

“Ferramentas digitais e plataformas educacionais disponíveis em celulares ajudam a tornar o acesso ao conhecimento mais fácil e integrado à rotina”, diz Andressa Prado, product owner do hub de educação e empregabilidade Refuturiza.

Andressa ainda afirma que, para as crianças, o smartphone pode ter o papel de estimular o aprendizado contínuo, e que os pais podem motivar os filhos nesse caminho. “Pequenas atitudes já fazem a diferença. Incentivar a curiosidade dos filhos, acompanhar o que estudam no celular e celebrar conquistas ajudam a animar as crianças a fazer bom uso do aparelho”, afirma.

Uso de celular na infância, o que é recomendado?

Para crianças de até 5 anos, o recomendado é, no máximo, uma hora de tempo de tela por dia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante esse período, o ideal é que a criança seja exposta a conteúdos educativos e que estimulem a curiosidade.

“A infância é uma fase extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo e para a formação de hábitos. Quando a criança tem contato com conteúdos educativos desde cedo, ela desenvolve habilidades como curiosidade, autonomia, criatividade e capacidade de resolver problemas”, conta Andressa.

Algumas dicas podem garantir que a criança tenha mais segurança ao usar dispositivos digitais:

  • Monitoramento parental: crianças não devem usar celulares, computadores ou mesmo assistir à televisão sem a supervisão dos pais. Os responsáveis devem acompanhar o conteúdo consumido pelos filhos e podem usar aplicativos que bloqueiam sites ou temas sensíveis;
  • Sem redes sociais: as redes sociais devem ser acessadas apenas por adolescentes maiores de 13 anos. Crianças menores não devem ter perfis nessas plataformas, a fim de evitar a exposição a conteúdos inadequados;
  • Sem telas para os menores de um ano: a Organização Mundial da Saúde recomenda que crianças com menos de um ano não tenham nenhuma exposição às telas. Evitar o uso precoce e contínuo de celulares contribui para um desenvolvimento saudável.

O uso do tempo de tela em aplicativos educativos tem pontos positivos, pois garante que a criança, enquanto utiliza o celular, tenha acesso a conteúdos de qualidade. “O aprendizado precoce ajuda a criança a se familiarizar com temas que serão importantes no futuro, como tecnologia, comunicação e pensamento crítico. O objetivo é despertar interesse e ampliar horizontes”, afirma Andressa.

A profissional salienta que a Refuturiza, com foco em criar um ambiente saudável para crianças no espaço digital, criou o Kiddle Pass, serviço que integra o Plano Família da plataforma. O Kiddle Pass possui experiências de aprendizado infantis que combinam tecnologia, criatividade e desenvolvimento de habilidades importantes para o futuro da criança.

“Hoje, muitas famílias têm dificuldade em equilibrar o tempo de tela das crianças. O Kiddle Pass surge como uma alternativa: em vez de consumir conteúdo aleatório, a criança acessa experiências educativas. Assim, o uso da tecnologia passa a ser um espaço de desenvolvimento infantil”, explica.

Celular como motor de evolução para adultos

Além das crianças, os adultos também podem fazer uso do smartphone para o crescimento pessoal. A prática já é difundida no Brasil, uma vez que 80% da população afirma preferir cursos online e de curta duração para se especializar, segundo pesquisa realizada pela Pearson.

“O uso do smartphone para estudar pode ocorrer no tempo livre, em pausas no trabalho ou até mesmo no transporte público. Utilizar o celular para se profissionalizar nesses períodos garante que o tempo seja utilizado de forma produtiva e voltada ao crescimento profissional”, diz Andressa.

A profissional ainda ressalta que, ao ver os pais estudando, os filhos podem se sentir mais estimulados a seguir o mesmo caminho. “Quando a família aprende junta, o processo se torna mais natural. Os adultos podem servir de exemplo ao continuar estudando e desenvolvendo novas habilidades, enquanto as crianças crescem entendendo que aprender é algo contínuo”, afirma Andressa.

Com o foco em permitir a evolução de todos os membros, a Refuturiza criou um novo modelo de assinatura, o Plano Família. “Este foi pensado justamente para que o aprendizado deixe de ser individual e passe a fazer parte da rotina da casa. Na prática, cada membro pode acessar conteúdos adequados ao seu momento de vida”, resume Andressa.

Andressa explica que, com o Plano Família, adultos podem se desenvolver em temas ligados à carreira, organização financeira ou novas habilidades profissionais, enquanto os filhos, por meio do Kiddle Pass, podem explorar conteúdos educativos voltados à criatividade, raciocínio lógico, tecnologia e desenvolvimento cognitivo.

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